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Brasil - Brasília - Distrito Federal - 21 de fevereiro de 2018

Por Ildecer Amorim. Como enfrentar a crise financeira

Por Ildecer Amorim. Como enfrentar a crise financeira

Bom senso e coerência, são as palavras de ordem.

Por Ildecer Amorim - 23/10/2017 - 10:24:13

A diminuição da atividade econômica e da demanda trouxe, desalento e preocupação para diversas famílias – especialmente àquelas que viveram e vivem o problema das demissões e do desemprego.

Trazemos uma reflexão para o dia-a-dia do consumidor, sobretudo, no aspecto das finanças pessoais.

Bom senso e coerência, são as palavras de ordem.

A informação é um elemento muito importante na cadeia de atitudes, pois traz os dados necessários para avaliar se é possível manter o atual padrão de vida do lar. Toda e qualquer família deve prestar atenção ao que acontece no seu dia-a-dia financeiro. Assim, algumas importantes atitudes devem ser realizadas:

- A reserva de emergência deve ser criada e conservada. A maior preocupação das pessoas quando em crise é não ser capaz de se sustentar caso perca o emprego. Com razão. As pessoas devem ter uma reserva financeira capaz de mantê-la por pelo menos 06(seis) meses sem trabalho, de forma que a família seja preservada até que seja encontrado um novo emprego sem desespero;

- O consumo deve ser à vista e com um controle rigoroso das finanças domésticas. Com ou sem crise, sempre tem aquele presente que se julga ser necessário adquirir. Pode comprar, desde que o dinheiro para isso tenha sido poupado através de um planejamento financeiro eficiente. Deve-se evitar ao máximo o endividamento quando as previsões sobre o futuro financeiro são incertas.

- A economia é fundamental. Fazer uma pesquisa de preços, experimentar novas marcas de produtos e, até deixar de comprar um ou outro produto não tão necessário. O dinheiro deve ser tratado com respeito e muito cuidado.

- Importante se informar sobre os detalhes das mudanças por parte dos governos. Com crise, não raras vezes, mudam-se as taxas de juros, os cálculos financeiros das taxas básicas da economia e até mesmo a tributação. Com isso, o consumidor organizado, que poupou, com o objetivo de comprar um carro, por exemplo, não sentirá tanto impacto nas suas finanças, e vai poder realizar o seu sonho em melhores condições.

- O mesmo vale para as aplicações financeiras, que são, muitas vezes, totalmente dependentes da taxa básica de juros da economia, a conhecida Taxa Selic. Como a mudança da Selic influenciará o dinheiro investido? A pergunta é importante e exige dedicação para se encontrar meios de respondê-la. Assim como hábitos de vida diferentes podem trazer mudanças para o lado pessoal do consumidor, o interesse pelos fatores que retratam a vida financeira tende a aumentar a capacidade de multiplicar o seu patrimônio.

- É importante ressaltar que crises econômicas na maioria dos países, como a que vivemos agora, acontecem em ciclos – elas vêm e vão. No entanto, o mesmo não se pode dizer das crises financeiras pessoais. Problemas financeiros em casa, salvo raras exceções, são normalmente fruto da péssima administração e planejamento dedicados ao dinheiro e o consequente consumo além da conta. Que haja mais coerência.

Ildecer Amorim

Advogada

Comentários para "Por Ildecer Amorim. Como enfrentar a crise financeira":

    • Ferdinand Bezerra

      Terça-Feira, 24 de Outubro de 2017 -

      FINANÇAS PESSOAIS: Bom senso e coerência????? REFLEXÃO ORÇAMENTARIA????? O Orçamento Familiar não é mais do que uma planificação dos rendimentos que uma família obtém. Salários, prêmios, ABONOS?????, SÓ SE FOR PARA FAMILIARES DE POLÍTICOS!!!! " CESTA BASICA" ou subsídios, É ESSE o rendimento de capital DA MAIORIA BRASILEIRA, AINDA ASSIM COMENDO DO RESTO DO LIXÃO DAS GRANDES REDES DE SUPERMERCADOS E DE DONOS DE MANSÕES E AINDA TER QUE submeter todo o dinheiro recebido e gasto a um gerenciador GOVERNAMENTAL??????. SABER DO destino DE SUAS despesas, poupanças ou investimentos????? COMO FALAR DE PLANILHA ORÇAMENTÁRIA SEM A EXISTÊNCIA DE ATIVIDADE ECONÔMICA E DE PADRÕES DE CONSUMO E MUITO MENOS AINDA DE POUPANÇA???? A MAIORIA DA POPULAÇÃO BRASILEIRA NUNCA vai poder realizar o seu sonho, em melhores condições DIANTE DA SELIC, JUROS BANCÁRIOS E IMPOSTOS EXTORSIVOS EXISTENTES. Problemas financeiros em casa, salvo raras exceções, são normalmente fruto da péssima administração e planejamento dedicados ao dinheiro e o consequente consumo além da conta, CULPA DO ESTADO ENGANADOR COM SEUS GASTOS EXECIVOS FEITOS POR SEUS GESTORES COM PHD ACADÊMICOS. O PATRÃO É O ESTADO, QUE DEVE FAZER UM BOM CONTROLE DE DESPESAS para poder analisar o consumo e adequá-lo a real necessidade dos indivíduos, QUE SE TORNAM DEPENDENTES DO SABER DE PLANEJAR NOSSO FUTURO..... OBSCURO.

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