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Brasil - Brasília - Distrito Federal - 25 de maio de 2018

Carnaval aumenta risco de infecções sexualmente transmissíveis

Carnaval aumenta risco de infecções sexualmente transmissíveis

Fique por dentro dos principais cuidados com a saúde e de quais são os exames para diagnóstico de cada infecção

Redação com agências - 07/02/2018 - 04:48:23

Apesar do cuidado ser necessário durante todo o ano, o Carnaval é o período em que se concentra o maior número de campanhas de prevenção às Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Mesmo com o avanço da tecnologia e dos estudos científicos, atualmente o uso do preservativo ainda é a forma mais eficaz no combate ao contágio por vírus ou bactérias transmissoras dos problemas de saúde mais comuns nessa época, como é o caso do HIV, sífilis, hepatite B, gonorreia e infecções por clamídias.

Dados do Ministério da Saúde apontam que, no ano de 2016, foram notificados 87.593 casos de sífilis adquirida, 37.436 casos de sífilis em gestantes e 20.474 casos de sífilis congênita (quando há transmissão da gestante para o feto). Segundo o Dr. José David Urbaez, infectologista que integra o corpo clínico do Laboratório Exame, dentre as principais ISTs com casos notificados no Carnaval, a sífilis é a que tem apresentado o maior número de ocorrências nos últimos anos, correspondendo a uma epidemia com agravo ascendente.

O especialista conta que, durante o Carnaval, é comum as pessoas focarem na diversão, de forma que esquecem de tomar as devidas precauções para que a saúde não esteja comprometida ao final da folia. “Nesse período, homens e mulheres tendem a não usar proteção no momento da relação sexual. Apesar dessa mensagem ser veiculada todos os anos, a camisinha é o único método eficaz de prevenção a males que podem expor a saúde a graves doenças”, explica.

Como fazer o diagnóstico?

Urbaez esclarece que quando o sexo é feito sem proteção, é aconselhável que a pessoa realize os exames indicados para o diagnóstico de cada tipo de doença, pois somente a detecção precoce é capaz de evitar que essas infecções evoluam para estados crônicos, além de auxiliar na interrupção da cadeia de transmissão.

O médico destaca que algumas ISTs não desenvolvem sintomas imediatamente após a exposição ao vírus ou bactéria. Na infecção por HIV, por exemplo, não há sintoma que a curto prazo ajude a alertar o paciente para a necessidade de um diagnóstico. Já no caso da sífilis, somente após três semanas começam a aparecer algumas feridas que não doem, conhecidas como cancros duros. “Na hepatite B, apenas 20% a 30% das pessoas têm sintomas parecidos com uma virose e nas síndromes uretrais, os primeiros sinais, que são corrimento e ardência, se apresentam de dois a quatro dias após o contato, sendo que, no caso de contágio via retal, a maioria não tem sintoma”, destaca.

O especialista diz que existem exames específicos para cada tipo de IST e ressalta a importância de manter o painel de infecções sexualmente transmissíveis atualizado sempre que possível a cada trimestre. “Para o HIV, a hepatite B e a sífilis, existem os testes rápidos que podem ser feitos a partir da coleta de uma amostra de sangue. Em casos de gonorreia e clamídia [síndromes uretrais e cervicites], o mais indicado é o PCR, feito com a coleta da primeira urina da manhã”, elucida Urbaez.

Os exames de testagem rápida de HIV, hepatite B e sífilis podem ser encontrados na unidade do Sudoeste do Laboratório Exame. A marca também disponibiliza o teste de PCR para gonorreia e clamídia. Para informações sobre pontos de atendimento e serviços, entrar em contato com o Atendimento ao Cliente no (61) 4004-3883.

Sobre o Exame

Nascido há mais de 40 anos, o Exame possui 60 unidades de atendimento em todo o Distrito Federal e entorno. Dotado de um corpo clínico altamente capacitado, o Laboratório é pioneiro no segmento de exames de análises clínicas e diagnóstico por imagem. O Exame disponibiliza mais de três mil tipos de procedimentos, incluindo anatomia patológica e todos com qualidade comprovada pelo Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos (PALC) a Proficiência em Ensaios Laboratoriais (PELM). Com ampla rede de convênios, o Exame também oferece a Tabela Popular, que traz condições especiais de pagamento para pessoas sem plano de saúde. Para mais informações acesse o site www.laboratorioexame.com.br ou entre em contato com o Atendimento ao Cliente no (61) 4004-3883

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